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Felippe Moraes
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    Solaris Discotecum
    2023
    Série Composição Aleatória, 2019 metal escovado, madeira, chapa de aço pintada e cabo de aço 165 x 395 x 96 cm A obra “Composição Aleatória” (2019) foi concebida, construída e instalada pela primeira vez nesta exposição. Oito redes – correspondentes às sete notas musicais acrescidas do Dó da oitava acima – estão presas a tubos sonoros e badalos que vibram e ecoam dependendo dos movimentos a que são submetidos. Nossos corpos são novamente convidados a participar da criação do trabalho, ativando os balanços e ressoando os sinos. A composição cresce e se complexifica à medida que mais pessoas juntam-se à instalação, até que todos os sons sejam entoados em harmonia ou dissonância. Em momentos distintos, composições diferentes preenchem o espaço expositivo – os arranjos dependem, sempre, dos arbitrários e aleatórios gestos dos visitantes, que podem embalar-se com intensidade ou apenas recostar-se em meio à melodia improvisada.
    Composição Aleatória
    2019
    Samba Exaltação
    2021
    Instalação Minha Missão de Felippe Moraes em painel de LED no Edifício Gloriamar vista da Praça Paris no Rio de Janeiro
    Minha Missão
    2026
    Instalação Hermes de Felippe Moraes com fotografias de fumaça fixadas na parede
    Hermes
    2011
    Escultura Ungido de Felippe Moraes com martelo banhado a ouro.
    Ungido
    2011
    Composição Aleatória #2
    2024
    Desenho Sonoro (2014), fotografia de Felippe Moraes inspirada na placa de Chladni que revela padrões formados por vibrações sonoras
    Desenho Sonoro
    2014
    Movimento Pendular
    2014
    Panthera Lemniscata
    2021
    Divino Maravilhoso
    2019
    Divisão (2011), obra de Felippe Moraes composta por papel e troncos de madeira que investigam relações entre medida, geometria e território.
    Divisão
    2011
    Instalação O Peso do Verbo de Felippe Moraes com recipientes contendo materiais condutores de eletricidade.
    O Peso do Verbo
    2010 – 14
    Não deixe o samba morrer/acabar
    2021
    Cadeira Elétrica
    2026
    Políptico Chão Medido de Felippe Moraes que reflete sobre a medição e divisão da terra.
    Chão Medido
    2012
    Homenagem a Pitágoras
    2012
    Processo de recorte da palavra “Deus” em Bíblia na obra Verbo de Felippe Moraes.
    Verbo
    2009 – 10
    CANTA FORTE / CANTA ALTO
    2021
    The Drag That Said Phi é um vídeo de Felippe Moraes em que a drag queen Alaska Thunderfuck recita os primeiros dígitos da proporção áurea, questionando ideais clássicos de beleza.
    The Drag That Said Phi
    2017
    Políptico Chão Medido de Felippe Moraes que reflete sobre a medição e divisão da terra.
    Solfejo
    2014
    LUZIA
    2019
    Néon dentro de piano formando frase Madeira quando morre canta na obra de Felippe Moraes.
    Madeira quando morre canta
    2025
    A Distância do Horizonte
    2010 –
    16kg para entortar uma árvore
    2012
    Escultura A Gênese (2011) de Felippe Moraes com prumo banhado a ouro suspenso acima de um montículo de terra
    A Gênese
    2009 – 11
    Letreiro em néon circular com a frase “Sonho de um sonho”, obra de Felippe Moraes inspirada em samba-enredo de Martinho da Vila
    Sonho de um Sonho
    2021
    Não Deixe o Samba Morrer (2021), escultura sonora de Felippe Moraes inspirada na canção de Edson Conceição e Aloísio SilvaNão Deixe o Samba Morrer (2021), escultura sonora de Felippe Moraes inspirada na canção de Edson Conceição e Aloísio Silva
    Não deixe o samba morrer
    2021
    Vista ampla da instalação Monumento a Euclides composta por oito blocos de gresia de Kliwa dispostos em círculo em paisagem aberta na Romênia.
    Monumento a Euclides
    2017
    Escala Humana
    2016
    Obra Eclipse (2025) de Felippe Moraes com impressão lenticular circular retroiluminada representando eclipse solar.
    Eclipse
    2025
    Aurum'zonte, obra de Felippe Moraes da série Prai'Áurea. Na fotografia, uma linha marcada por pequenos fragmentos dourados acompanha o horizonte da praia. O artista se curva para atravessar esse limite imaginário, evocando uma relação lúdica e filosófica com a paisagem e sugerindo a possibilidade de atravessar um limiar simbólico entre corpo, espaço e horizonte.
    série Prai’Áurea
    2024
    Fotografia da série Keyhan (2017) de Felippe Moraes mostrando geometria do teto da Atigh Jame' Mosque.
    Keyhan
    2017
    Vista da obra Entranha, intervenção arquitetônica em drywall que revela uma superfície interna de latão polido. A abertura na parede sugere a presença de uma realidade luminosa escondida dentro da arquitetura.
    Entranha
    2011
    Aqui Passaram
    2025
    Progressão
    2016
    A Tábua de Esmeralda
    2022
    Tubos Sonoros (2014), escultura sonora de Felippe Moraes composta por cilindros metálicos que produzem notas musicais com a passagem do ar
    Tubos Sonoros
    2014
    Frame do vídeo Evento Celestial (2020), mostrando formas abstratas produzidas pela refração da luz solar através de uma lente convexa.
    Evento Celestial
    2020
    Fotografia da série Movimento Pendular de Felippe Moraes mostrando rastro de luz produzido por lanterna em movimento pendular. arte contemporânea brasileira
    Movimento Pendular
    2015 – 17
    Harmonices Mundi (2017), vídeo de Felippe Moraes inspirado na teoria da música das esferas e nas pesquisas astronômicas de Johannes Kepler
    Harmonices Mundi
    2017
    Monumento ao Horizonte
    2016
    Samba Exaltação
    2021 –
    Bandeira Revolução Faça Você Mesmo de Felippe Moraes com linha pontilhada circular indicando corte no tecido
    Revolução: faça você mesmo
    2017
    Instalação 64kg de Triângulo (2014) de Felippe Moraes formada por cabos de aço tensionados e balanças que medem a força da estrutura triangular
    64kg de Triângulo
    2014

    Felippe Moraes

    Artista visual, pesquisador e curador
    Rio de Janeiro / São Paulo

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