Seleção de ensaios, textos curatoriais e entrevistas sobre a obra de Felippe Moraes, reunindo diferentes leituras críticas sobre sua produção artística. Textos Ensaios, textos curatoriais e artigos sobre a obra. 2025 Solfejo Marc Pottier – CAIXA Cultural Curitiba, 2025 “Felippe interpela seu público sem cessar com suas exclamações textuais (…) textos-luz em néon que dialogam com o público em cada trecho da exposição.” Tudo é perigoso, tudo é divino e (ainda é) maravilhosoTudo é perigoso, tudo é divino e (ainda é) maravilhoso Victor Gorgulho – CAIXA Cultural Rio de Janeiro, 2025 “O artista convida o espectador a uma posição ativa diante de obras em que o som só se torna possível na relação com o público.” 2024 Artista-alquimista Victor Gorgulho – CAIXA Cultural Brasília, 2024 “o artista conjuga seu virtuosismo manual às suas pesquisas teóricas, formando um corpo-coletivo de imaginário, concordâncias e dissonâncias.” 2021 Felicidade Clandestina Giselle Beiguelman, Revista Select, 2021 “Samba Exaltação é sua resposta à melancolia que nos espreita.” Samba Exaltação Alexandre Sá – MAC Niterói, 2021 “Samba exaltação é uma série de trabalhos em que Felippe Moraes destaca trechos afetivos de músicas populares e os traz para a materialidade, como se propusesse uma relação imbricada entre visualidade e memória simbólica de tantas canções cravadas em nossa experiência ao longo do tempo.” Agoniza mas não morre Ana Roman – Projeto Samba Exaltação, 2021 “Os neons de Moraes são uma espécie de gatilho para acessarmos, no silêncio de canções que nos habitam, recordações de como era estar junto, e projetarmos o nosso futuro.” Um grito de luz Daniel Rangel – Projeto Samba Exaltação, 2021 “A expansão poética para outros suportes foi, e segue sendo, uma das estratégias mais recorrentes utilizadas por artista-poetas que buscam explorar a dimensão verbivocovisual em seus trabalhos.” Uma pausa de mil compassos Alexandre Sá – Projeto Samba Exaltação, 2021 “a solidão de sua luz falha ao piscar em uma vitrine vazia dentro de uma noite veloz.” Quero viver no Carnaval Thiago Fernandes – Revista Caju, 2021 “Samba exaltação adquire forma tomando emprestado trechos de obras musicais que de alguma maneira se conectam ao espírito do carnaval e, paradoxalmente, também aos tempos sombrios atuais.” 2020 Felippe Moraes, Eledá Marc Pottier – Revista DasArtes, 2020 “Felippe Moraes é um xamã otimista de um pré-apocalipse anunciado pelo coronavírus.” 2019 Divino Maravilhoso Julia Lima – Solfejo – Centro Cultural FIESP, 2019 “A coletividade essencial às obras pode ser democraticamente libertadora e, juntos, nossos corpos alimentam suas potências, vibram futuros possíveis.” LUZIA Bernardo de Britto – Museu da Ciência da Universidade de Coimbra “Elevando este nome na parede do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, o artista adiciona milhares de anos de história da população sul-americana à esta instituição.” 2018 O Peso do Intangível Sylvia Werneck – Babel Art Magazine, 2018 “Seus trabalhos são vestígios e a obra existe desde muito antes como pensamento, como pergunta, como desejo.” IMENSURÁVEL Alexandre Sá – CAIXA Cultural Fortaleza, 2018 “Felippe Moraes faz uso desse material de maneira lúdica, consideravelmente ficcional, […] promovendo um tipo de lastro poético que se sustenta pela coragem da sua dúvida.” 2017 Felippe Moraes: tudo o que nos ultrapassa Susana Rocha – Revista :Estúdio, Artistas sobre outras obras, 2017 “No final, o que mais parece importar a Moraes é a busca por respostas, o desencadear de ressonâncias internas que despertem as questões mais profundas e universais da humanidade.” Cosmografia Julia Lima – Exposição individual “Cosmografia” – Baró Galeria, 2017 “Felippe Moraes interessa-se pela ciência tanto quanto pela linguagem e pela poesia, investigando sempre os limites entre ampliações da percepção e racionalidade objetiva.” 2016 Progressão Michelle Sommer – Exposição individual “Progressão” – MAC Niterói, 2016 “Felippe Moraes, em rigorosos cálculos de gradações de cores, apresenta uma progressão de bandeiras de tons do preto ao branco.” Monumento ao Horizonte Julia Lima – Caminho Niemeyer – Niterói, 2016 “Mais do que escultura, o “Monumento ao Horizonte” é uma máquina de percepção: ao enquadrar a paisagem e silenciar o entorno, transforma o ato de olhar em travessia, deslocando o espectador para um espaço suspenso entre presença, imaginação e infinito.” 2015 Ensaio Felippe Moraes Alexandre Sá – Exposição Individual “Os Elementos” – Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica – Rio de Janeiro, 2015 “O trabalho de Felippe Moraes tem como material semântico a ciência, mas é no desvio que ele ganha potência: suas fórmulas são torcidas, suas equações fabulam, e o rigor se abre a um lastro poético sustentado pela coragem da dúvida.” 2014 Verbo e o Peso do Verbo Isabella Rjeille – Trienal FRESTAS – SESC Sorocaba, 2014 “Entre ciência e misticismo, Felippe Moraes transforma palavra em matéria e revela o limite inevitável: o divino não se mede, apenas se intui.” 2012 A dimensão humana do mundo Fernanda Lopes – Exposição individual “Construção” – Paço das Artes, 2011 “Em oposição ao olhar das máquinas, que transforma o mundo em coordenadas e abstrações, a obra de Felippe Moraes insiste na proximidade, na dúvida e na redescoberta sensível da realidade.” 1,04 centímetros Raphael Fonseca – Exposição individual “Matter” – MK Gallery, 2012 “Mesmo diante de sistemas exatos, resta sempre o erro — e é nesse intervalo, nesse desvio irredutível, que a obra insiste, teimando contra qualquer ideia de totalidade.” 2011 Questões sem resposta Fernanda Lopes – Exposição individual “Construção” – Paço das Artes, 2011 “Entre números infinitos e gestos cotidianos, a obra de Felippe Moraes investiga o que escapa à medida, tensionando o visível e o intangível.” Notas sobre a dimensão humana na arte Fernanda Lopes – Exposição individual “Construção” – Paço das Artes, 2011 “A partir do legado de Suprematismo, Felippe Moraes trata a forma como instrumento de pensamento, articulando espiritualidade, ação e construção do mundo”