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Felippe Moraes
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Aqui Passaram
2025
Instalação Minha Missão de Felippe Moraes em painel de LED no Edifício Gloriamar vista da Praça Paris no Rio de Janeiro
Minha Missão
2026
Composição Aleatória #2
2024
Bandeira Revolução Faça Você Mesmo de Felippe Moraes com linha pontilhada circular indicando corte no tecido
Revolução: faça você mesmo
2017
Divino Maravilhoso
2019
A Tábua de Esmeralda
2022
Samba Exaltação
2021 –
Aurum'zonte, obra de Felippe Moraes da série Prai'Áurea. Na fotografia, uma linha marcada por pequenos fragmentos dourados acompanha o horizonte da praia. O artista se curva para atravessar esse limite imaginário, evocando uma relação lúdica e filosófica com a paisagem e sugerindo a possibilidade de atravessar um limiar simbólico entre corpo, espaço e horizonte.
série Prai’Áurea
2024
Movimento Pendular
2014
Divisão (2011), obra de Felippe Moraes composta por papel e troncos de madeira que investigam relações entre medida, geometria e território.
Divisão
2011
Políptico Chão Medido de Felippe Moraes que reflete sobre a medição e divisão da terra.
Solfejo
2014
Processo de recorte da palavra “Deus” em Bíblia na obra Verbo de Felippe Moraes.
Verbo
2009 – 10
Escala Humana
2016
Escultura A Gênese (2011) de Felippe Moraes com prumo banhado a ouro suspenso acima de um montículo de terra
A Gênese
2009 – 11
Néon dentro de piano formando frase Madeira quando morre canta na obra de Felippe Moraes.
Madeira quando morre canta
2025
Não deixe o samba morrer/acabar
2021
Instalação 64kg de Triângulo (2014) de Felippe Moraes formada por cabos de aço tensionados e balanças que medem a força da estrutura triangular
64kg de Triângulo
2014
Tubos Sonoros (2014), escultura sonora de Felippe Moraes composta por cilindros metálicos que produzem notas musicais com a passagem do ar
Tubos Sonoros
2014
Fotografia da série Keyhan (2017) de Felippe Moraes mostrando geometria do teto da Atigh Jame' Mosque.
Keyhan
2017
Vista da obra Entranha, intervenção arquitetônica em drywall que revela uma superfície interna de latão polido. A abertura na parede sugere a presença de uma realidade luminosa escondida dentro da arquitetura.
Entranha
2011
Desenho Sonoro (2014), fotografia de Felippe Moraes inspirada na placa de Chladni que revela padrões formados por vibrações sonoras
Desenho Sonoro
2014
Fotografia da série Movimento Pendular de Felippe Moraes mostrando rastro de luz produzido por lanterna em movimento pendular. arte contemporânea brasileira
Movimento Pendular
2015 – 17
Vista ampla da instalação Monumento a Euclides composta por oito blocos de gresia de Kliwa dispostos em círculo em paisagem aberta na Romênia.
Monumento a Euclides
2017
Políptico Chão Medido de Felippe Moraes que reflete sobre a medição e divisão da terra.
Chão Medido
2012
Instalação O Peso do Verbo de Felippe Moraes com recipientes contendo materiais condutores de eletricidade.
O Peso do Verbo
2010 – 14
LUZIA
2019
Homenagem a Pitágoras
2012
The Drag That Said Phi é um vídeo de Felippe Moraes em que a drag queen Alaska Thunderfuck recita os primeiros dígitos da proporção áurea, questionando ideais clássicos de beleza.
The Drag That Said Phi
2017
Progressão
2016
Panthera Lemniscata
2021
A Distância do Horizonte
2010 –
Não Deixe o Samba Morrer (2021), escultura sonora de Felippe Moraes inspirada na canção de Edson Conceição e Aloísio SilvaNão Deixe o Samba Morrer (2021), escultura sonora de Felippe Moraes inspirada na canção de Edson Conceição e Aloísio Silva
Não deixe o samba morrer
2021
Solaris Discotecum
2023
CANTA FORTE / CANTA ALTO
2021
Letreiro em néon circular com a frase “Sonho de um sonho”, obra de Felippe Moraes inspirada em samba-enredo de Martinho da Vila
Sonho de um Sonho
2021
Samba Exaltação
2021
Cadeira Elétrica
2026
Escultura Ungido de Felippe Moraes com martelo banhado a ouro.
Ungido
2011
Obra Eclipse (2025) de Felippe Moraes com impressão lenticular circular retroiluminada representando eclipse solar.
Eclipse
2025
16kg para entortar uma árvore
2012
Série Composição Aleatória, 2019 metal escovado, madeira, chapa de aço pintada e cabo de aço 165 x 395 x 96 cm A obra “Composição Aleatória” (2019) foi concebida, construída e instalada pela primeira vez nesta exposição. Oito redes – correspondentes às sete notas musicais acrescidas do Dó da oitava acima – estão presas a tubos sonoros e badalos que vibram e ecoam dependendo dos movimentos a que são submetidos. Nossos corpos são novamente convidados a participar da criação do trabalho, ativando os balanços e ressoando os sinos. A composição cresce e se complexifica à medida que mais pessoas juntam-se à instalação, até que todos os sons sejam entoados em harmonia ou dissonância. Em momentos distintos, composições diferentes preenchem o espaço expositivo – os arranjos dependem, sempre, dos arbitrários e aleatórios gestos dos visitantes, que podem embalar-se com intensidade ou apenas recostar-se em meio à melodia improvisada.
Composição Aleatória
2019
Frame do vídeo Evento Celestial (2020), mostrando formas abstratas produzidas pela refração da luz solar através de uma lente convexa.
Evento Celestial
2020
Instalação Hermes de Felippe Moraes com fotografias de fumaça fixadas na parede
Hermes
2011
Harmonices Mundi (2017), vídeo de Felippe Moraes inspirado na teoria da música das esferas e nas pesquisas astronômicas de Johannes Kepler
Harmonices Mundi
2017
Monumento ao Horizonte
2016

Felippe Moraes

Artista visual, pesquisador e curador
Rio de Janeiro / São Paulo

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